12 de junho de 2024

FISCALIZAÇÃO AMBIENTAL DA POLÍCIA MILITAR APREENDE 177 QUILOS DE PIRARUCU ILEGAL NA RESERVA EXTRATIVISTA RIO CAUTÁRIO

Facebook
Twitter
WhatsApp

A Equipe de Fiscalização Ambiental, composta por policiais militares do Batalhão de Polícia Ambiental, apreendeu 177 quilos de pirarucu que foram pescados ilegalmente na Reserva Extrativista Rio Cautário, no último dia 20 de janeiro de 2024. Os infratores conseguiram fugir antes da chegada dos agentes, deixando para trás o pescado e os equipamentos utilizados na atividade ilícita. Todo o pescado foi doado para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Costa Marques/RO, beneficiando cerca de 200 pessoas assistidas pela entidade.

Pesagem do pescado apreendido para doação.

A Reserva Extrativista Rio Cautário é uma unidade de conservação federal, criada em 2001, com o objetivo de proteger os recursos naturais e os meios de vida das populações tradicionais que vivem na região. A reserva abrange uma área de mais de 73 mil hectares, nos municípios de Costa Marques e Guajará-Mirim, no estado de Rondônia. A reserva é considerada um importante refúgio para a biodiversidade do bioma amazônico, abrigando diversas espécies de fauna e flora, como o pirarucu, o maior peixe de água doce do mundo. A reserva também contribui para a manutenção dos serviços ecossistêmicos, como a regulação do clima, a purificação da água e a prevenção da erosão do solo.

A pesca predatória e ilegal é uma das principais ameaças à conservação da Reserva Extrativista Rio Cautário, pois compromete o equilíbrio ecológico e a sustentabilidade dos recursos pesqueiros. Além disso, a pesca ilegal prejudica os moradores da reserva, que dependem da pesca artesanal para sua subsistência e renda. Por isso, a fiscalização ambiental é essencial para coibir essa prática e garantir a proteção da reserva e dos seus habitantes.

Apreensão da embarcação utilizada para o crime ambiental.

Compartilhe

Picture of Alerta Notícia

Alerta Notícia

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens. Nós usamos cookies em nosso site para oferecer a melhor experiência possível.

Para mais informações sobre e-mail

Whatsapp – 69 992491509

E-mail –[email protected]

Comentários

Feito com muito 💜 por go7.com.br