12 de junho de 2024

Pesquisa CNT: 13% dos que deixaram de aprovar gestão Lula citam desemprego e preços altos

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Entre os eleitores que deixaram de aprovar a atuação de Lula no governo, 12,8% citam como motivo a situação da economia, o desemprego e os preços altos. É o que aponta a Pesquisa CNT de Opinião, encomendada ao instituto MDA, cuja íntegra será divulgada logo mais às 11h pela Confederação Nacional do Transporte.

A mesma pesquisa revela um elevado número de indecisos para a eleição municipal de outubro. Sudeste e Sul são as regiões com maior percentual nesse quesito, com mais de 60% dos eleitores sem definir seus candidatos.

Norte e Centro-Oeste vêm na sequência com 51% de indecisos. Já no Nordeste, onde 55% declararam saber em quem vão votar, esse percentual é de 41%.

O levantamento mostrará as avaliações do governo Lula e as perspectivas para as eleições municipais. Também indicará a visão dos brasileiros em relação a saidinhas de detentos em datas comemorativas, responsabilidades pelo aumento dos casos de dengue no Brasil e controle de redes sociais.

A 161ª Pesquisa CNT de Opinião ouviu presencialmente 2.002 pessoas entre os dias 1º e 5 de maio em todo o país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

A edição passada, publicada em janeiro, expôs que 43% avaliavam o governo Lula como ótimo ou bom. Sobre as eleições para prefeitura este ano, aproximadamente um a cada quatro eleitores pretendia escolher seu candidato nas últimas semanas. A preferência por candidatos apoiadores de Lula era maior do que por apoiadores de Jair Bolsonaro.

Quem acompanha de perto o governo garante que Lula dará enorme atenção ao resultado dessa e de outras pesquisas que devem sair em maio. Se o ponteiro da popularidade não subir, Lula, que anda impaciente, poderia mexer em algumas peças do seu ministério, de acordo com assessores. Na semana passada, a Secom lançou uma campanha institucional, a de mote “Fé no Brasil”, justamente com o objetivo de lustrar a imagem do governo. Não é uma campanha bem avaliada dentro do próprio governo. Independentemente disso, não daria tempo de ela fazer algum efeito que seja visível já na pesquisa que será conhecida a partir das 11h e nem na da Quaest, cujos resultados serão apresentados amanhã.

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